| a.mor(ô) Substantivo masculino. 1.Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem. 2.Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro, ou a uma causa. 3.Inclinação ditada por laços de família. 4.Inclinação sexual forte por outra pessoa. 5.Apego profundo a valor, coisa, ou animal: amor à verdade; amor aos livros, amor aos cães. 6.Devoção extrema: amor à pátria. | |||||||||||||||||||||||
(Dicionário Aurélio)
O fato é que: só há amor a partir de quando acreditamos nele.
Não tem como mudar essa regra, mesmo tentando imaginar as excessões. Mas é só imaginação, nada mais além disso.
Gosto de falar de amor. Gosto de sentir o amor. E também gosto de saber o que é o amor.
Algumas pessoas simplesmente não se importam com nada disso. Muitos dizem que ele só faz sofrer, só machuca. E na boa? Não discordo dessas opniões. O amor, nada mais é um substantivo que, como outro, não tem como ser 8 ou 80. Você não ama, ou odeia. Acho que tem muita coisa pra rolar entre os dois sentimentos. Tem toda a conquista, todo o início de sentirmos algo. E se ele as vezes faz sofrer, acredito que além virá algo de bom, e por intermédio teve que ocorrer algum tipo de sofrimento. É aquela coisa, acredito muito no destino, de "teve que ser assim" pra logo, acontecer o melhor.
Tento enxergar tudo com uma dose de amor, mesmo que a maldade esteja plena em meus olhos ali, pedindo para que seja destacada e os cegue diante de qualquer outro sentimento que posso despertar. Mas em tudo há de ter o amor, nem que seja por nós mesmos. Uma ação, uma despedida, um beijo, um toque, uma declaração, um cuidado, um vício, uma palavra, uma intenção, uma lágrima, um sorriso, um olhar. Se não houvesse o amor em cada gesto, seria tudo bem diferente, e o bom se fazeria ruim, em todos os sentidos da palavra.







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