"Procuro evitar comparações entre flores e declarações" ♪

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

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"Você pode dizer adeus a sua família e a seus amigos e afastar-se quilômetros e quilômetros e, ao mesmo tempo, carregá-los em seu coração, em sua mente, em seu estômago, pois você não apenas vive o mundo, mas o mundo vive em você."

-Frederick Buechner, Telling The Truth

(Trecho do livro "A Cabana")

domingo, 16 de janeiro de 2011

Uma dose de amor.

 

a.mor(ô)

Substantivo masculino.

1.
Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem.
2.
Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro, ou a uma causa.
3.
Inclinação ditada por laços de família.
4.
Inclinação sexual forte por outra pessoa.
5.
Apego profundo a valor, coisa, ou animal: amor à verdade; amor aos livros, amor aos cães.
6.
Devoção extrema: amor à pátria.

(Dicionário Aurélio)


O fato é que: só há amor a partir de quando acreditamos nele.
Não tem como mudar essa regra, mesmo tentando imaginar as excessões. Mas é só imaginação, nada mais além disso.
Gosto de falar de amor. Gosto de sentir o amor. E também gosto de saber o que é o amor.
Algumas pessoas simplesmente não se importam com nada disso. Muitos dizem que ele só faz sofrer, só machuca. E na boa? Não discordo dessas opniões. O amor, nada mais é um substantivo que, como outro, não tem como ser 8 ou 80. Você não ama, ou odeia. Acho que tem muita coisa pra rolar entre os dois sentimentos. Tem toda a conquista, todo o início de sentirmos algo. E se ele as vezes faz sofrer, acredito que além virá algo de bom, e por intermédio teve que ocorrer algum tipo de sofrimento. É aquela coisa, acredito muito no destino, de "teve que ser assim" pra logo, acontecer o melhor.
Tento enxergar tudo com uma dose de amor, mesmo que a maldade esteja plena em meus olhos ali, pedindo para que seja destacada e os cegue diante de qualquer outro sentimento que posso despertar. Mas em tudo há de ter o amor, nem que seja por nós mesmos. Uma ação, uma despedida, um beijo, um toque, uma declaração, um cuidado, um vício, uma palavra, uma intenção, uma lágrima, um sorriso, um olhar. Se não houvesse o amor em cada gesto, seria tudo bem diferente, e o bom se fazeria ruim, em todos os sentidos da palavra.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Não tem jeito.

Há uns dias atrás, tive uma conversa franca com meu pai, de tudo que está acontecendo hoje conosco, de como as coisas mudaram, de como está a vida, diferente de 5 ou 10 anos atrás.
Sentamos, abrimos uma cerveja e a história começou aí. Quem diria? Aquela mocinha, frágil, quieta e delicada ali, no século XXI bebendo uma com seu pai, que te mimou, cuidou e despercebido não a viu crescer.
O tempo passa, pai. Não tem jeito. E ele me disse que não me vê como sou hoje, e ainda enxerga em meus olhos a pequena anjinha dele. Claro que eu não vou discordar, nem quero magoá-lo. Mas o tempo passou rápido demais pra nós. E agora temos que admitir que é assim.
Sempre fui muito ligada com meu pai, mais que com a minha mãe. Não sei se é por causa do emprego dele de ele estar sempre mais ausente, ou pelo fato daquela história de que meninas sempre são mais apegadas com o pai. Mas, sempre senti ciúmes dele, desde pequena, até mesmo ciúmes dele com minha mãe. O que será que eu tinha em mente, né? Mas era uma coisa minha. Ao vê-lo chegar de viagem era aquela alegria, aquelas euforia toda de novamente poder abraçar o MEU pai.
Fui pra escola, me formei, passei no vestibular e hoje estou na universidade. Entendo que tudo isso é difícil demais pra acompanhar. Eu sei. Quando eu lhe der netos, minha vontade será de tê-los ali, em baixo das minhas asas e dentro do ninho, na agonia de não deixá-los escapar de mim, de não deixar meus filhos verem o que é 'o mundo'. Tá, mas isso é loucura, claro que é! Por mais que eu imagine que essa será a minha vontade, não vou fazer isso, não quero privá-los da vida de forma alguma. Tentarei ser o que meus pais foram pra mim e se possível até melhor! Mas creio que serei uma mãe liberal, mas impondo sempre os limites primordiais.
A questão é que, a conversa que tive com meu pai, me fez perceber que por mais que eu tenha crescido, ele não vai entender nunca. Não sei se 'entender' é a palavra. Acho que "acostumar" é mais correto. Ele nunca vai acostumar que não tenho mais 1 metro de altura e nem caibo mais no colo dele. Hoje sou mulher, mesmo não deixando de ter o carinho de ser a eterna menininha do papai.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pequeno desabafo

Na boa? Tô super feliz!
Sabe quando você fica com algo na cabeça e não sussega até resolver a tal situação?!
Tô com a sensação de alívio, de tarefa cumprida e, nunca me fez tão bem como fez agora.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Viciada em pessoas.

Parou um pouco pra pensar. Não só pra pensar, e sim pra perceber aquilo que já estava estampado há muito tempo.
Ela é elétrica, espontânea. Já dizia suas melhores amigas. Um tipo que aparenta ser e não esconde pra ninguém. Mas algo também não está estampado em sua cara, e são pouquíssimas as chances de alguém notar rapidamente que: ela precisa de pessoas.
Precisar de pessoas? Como?
Uma vez ela leu um livro que dizia: "(...)Como as pessoas podem se julgar independentes, se ao nascer precisaram das mãos de alguém, para se alimentarem precisaram do alimento fornecido por alguém(...)".
Mas o precisar dela, não chega a ser tão mesquinho, tão ao ponto de um dia achar que não precisava de nada, acabou se arrependendo e veio neste momento pedir desculpas a qualquer um. O precisar dela é querer bem, estar rodeada de pessoas, viver com sorriso estampado no rosto e saber que ao seu redor há exatamente pessoas em que ela sabe que pode e vai confiar. Sem ninguém ao seu lado ela também não é ninguém. Sem relacionamentos? Piorou a situação. Ela é do tipo que gosta de muito abraço, de calor humano, de gente feliz, de trocar energias, de fazer coisas simples e de repassar um carinho à alguém. O receber fica pra depois, mas é extremamente citado em sua lista.
E há aquelas amizades em sua vida que ela tem uma alta dose de preocupação. A todo momento quer saber como está, quer ouvir a voz, quer ver, quer se divertir, quer ligar, sair, aproveitar, mimar. Um carinho amigo.
Não confundam com carência constante o que ela sente. É totalmente diferente. É um bem querer estar bem. E mais nada. É uma necessidade vital, a qual ela é madura o suficiente pra admitir que precisa de alguém. 

Hey, soul sister.



Preciso de você nos meus dias, em tudo que faço. Preciso de você pra me apoiar, pra me incentivar, pra cuidar de mim. Preciso de seus carinhos, seus dengos e do seu amor, todo pra mim. Quero te mimar, estar sempre ao seu lado, te beijar, te abraçar, cuidar de você e te entregar todo esse amor, até que o eterno se faça sempre. Amo você.

"Duvide que as estrelas sejam fogo. Duvide que o sol se mova. Duvide que a verdade seja mentira. Mas nunca duvides do meu amor."


*Letters to Juliet.