"Procuro evitar comparações entre flores e declarações" ♪

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2011

Fim de ano e sempre estou no mesmo lugar. Aqui. Faz bem pra mente.
Me disseram que ano com número ímpar não é tão bom. Concordo, não plenamente.
2011 foi pra mim um ano de desafios. Já houve melhores, claro. Ele teve sim seus excelentes momentos, mas para conseguir, tive que passar por trilhões de coisas ruins. É aí que digo que concordo.
Fora isso, não tenho nada á reclamar deste ano! Quando disse que vivi coisas excelentes, digo de boca cheia mesmo!
Viajei bastante, concretizei ainda mais meus trabalhos de atriz no teatro, firmei amizades, conheci pessoas maravilhosas - mas também conheci umas que eu rezo pela distância delas este ano que vem aí. Além disso, tive perdas de amizade. Aliás, QUE AMIZADE? Se fosse, eu não tinha perdido, né? Mas que, hoje vejo que não sinto falta, nem um pouco, que não penso e muito menos quero ter de volta. Talvez tive momentos felizes sim, mas agora tô bem melhor sem essa tal de 'amizade' aí. Como dizem: Deus não nos tira as coisas; e sim nos livra delas! Exato.
Este ano foi o ano que mais consegui visitar minha família e amigos. E isso me deixou muito feliz! Em 3 anos de faculdade, nunca consegui isso com frequência. 
No namoro.. ahhh o namoro. Como passei momentos felizes ao lado do meu namorado. Juntos passamos por várias realizações pessoais, profissionais e sociais. Aconteceu muita coisa boa para ambos, e sempre assim, um do lado do outro apoiando e vivenciando o melhor, juntos. Cada vez mais, a nossa concretização de sentimentos.
Nos estudos, foi tudo tranquilo, fiz meus estágios extra e adorei! Cada dia tenho a certeza da profissão. Logo mais, formatura tá aí gente.

Não tô com muita inspiração hoje, é apenas um esboço deste ano que está dando adeus.
Espero que 2012 traga muitas realizações e alegria!

Feliz Ano Novo :)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Hoje faz um ano. Muita coisa mudou pra melhor.
Foi um dia que desencadeou uma série de fatores que, hoje me fazem mais tranquila.
Obrigada.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Aperta o peito.

Queria você comigo agora. Bem perto, me chamando de sua anjinha.
Queria que você não viajasse tanto, que estivesse comigo em todo lugar que eu fosse.
Queria que você não trabalhasse tanto, e ficasse em casa conosco.
Queria que você ainda me pegasse no colo, e me levasse pra dormir.
Queria que, como antigamente, todos os lugares que você fosse, eu ia contigo.
Queria que neste exato momento, você chegasse aqui com várias coisas gostosas e doces que comprou pra mim.
Queria que todos esses momentos fossem pre sempre, ou que pelo menos eu vivenciase-os todos os dias.
Que falta eu sinto disso, que saudade de você, Pai.
Volta logo :(

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tanto!

Tanta coisa pra dizer.
Tanta coisa pra fazer.
Tanta coisa pra pensar.
Tanta coisa pra mudar.
É aí que eu me canso, me desgasto e minha energia aos poucos se vai.
Mas não pense que acabou. Seria um erro. Gravíssimo, por sinal.
Vou retomando, acompanhada deste tempo que não me deixa só. Nunca.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Sem controle

E quando as situações fogem do controle, não se resta mais o que fazer.
O tempo mostra como agir, o que dizer.
A questão é esperar e ver no que vai dar.
Mas o cansaço chega antes, e aí?! Não sei.

domingo, 24 de julho de 2011

best.




E quem tem amigos, tem TUDO.

Happy Day Friends! <3 (atrasadinho)

domingo, 17 de julho de 2011

Soluções imperfeitas

Sabe qual é o problema?! 
É que o mundo é cheio de maldade. Aliás, não necessariamente o mundo, e sim as pessoas inseridas nele.
Um grande desejo seria saber tudo que se passa na mente de cada um. Se isso fosse possível, haveria tantas soluções pra tantos problemas bobos e fúteis. A questão é que, se isso se concretizasse, poderíamos agir de forma mais racional, na qual deixaríamos de tomar algumas atitudes que por fim são prejudiciais no futuro, além de evitar os pré-conceitos e opniões errôneas.
Seria um poder ímpar.
E neste exato momento, eu paro de sonhar.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sempre o diferente

As férias chegaram. Alegria pura.
Amor, amigos, momentos e blá. Perfeito.
Porém essas serão diferentes. Não porque sinto que serão, e sim porque eu quero e farei que sejam.
Ociosidade não dominará, ok?!

Anoiteceu.

Uma dose de conversas.
Uma xícara de confiança.
Uma pitada de confissões.
Uma colher de respeito.
Sirva-se dessa amostra de amizade à vontade.
E depois de me empantufar, a tranquilidade veio à tona,
como jamais havia penetrado em mim.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Que saco!

Sabe o que é pior?!
Não é morar longe das pessoas que você ama, e quando precisa delas elas não estão com você.
O que mais dói é saber que essas mesmas pessoas precisam constantemente de você com elas nem que seja por um abraço apertado e demorado. E aí?! Não há nada a se fazer, a não ser esperar pelo próximo reencontro.

I miss you, my friends.

domingo, 13 de março de 2011

Voltando a vida normal.

Tá, tá, tá! Eu não abandonei isso aqui, ok?! Apenas tava curtindo o que eu achava que ainda era férias (período carnavalesco).
Por falar em férias, só pra att isso aqui, elas foram perfeitas. Isso não foi um clichê, que isso fique bem claro. Me orgulho em dizer que foram sim, férias ótimas! Desde o primeiro dia até o triste último!
Aproveitei muuuuitíssimo minhas amizades, matei inúmeras saudades, tive vários momentos família - o qual sentia falta aqui em TL, viajei, fiz vários passeios, assisti filmes, li livros, namorei muitoo, festei pra caramba e aproveitei como devia todos os momentos :D Por fim, resumiu-se em muitas coisas boas! Muitos momentos ímpares, e que tô sem tempo de citá-los, mas guardo comigo.

Já tô com saudades pra falar a verdade. Mas chegou a hora de retomar a rotina e partir pro terceiro ano de faculdade, a tooooodo gás! :*

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Só mais uma opnião.

Existem pessoas E pessoas. Todo mundo sabe disso. Jogo logo aquele velho clichê de "ninguém é igual à ninguém" e mimimi. O fato é que sou muito perfeccionista. Defeito? Qualidade? Vale da opnião de cada um.
Detesto pessoas pessimistas ao extremo - digo ao extremo pois não sou boba de achar que tudo é lindo e perfeito nessa vida e que eu só penso positivo sempre. Seria a pior mentira, tento ser no máximo realista.
Detesto também gênios fortes. NUNCA consegui conviver com pessoas deste perfil. É tão incompatível, tão tão... distante de mim. 
Ignorantes, mal educadas, grosseiras, egocêntricas, sem opnião, mentirosas. Dessas aí eu também tenho pavor! 
Sou paciente, bem humorada, alegre, indecisa e por aí vai. Não vale ficar citando qualidades e defeitos meus aqui. Não neste post.
Por fim, cada um tem a sua personalidade. Tá bom, eu já sei e todo mundo sabe também. A única questão é que não consigo ser eu mesma ao lado de quem não me faz bem, e de quem o perfil não se enquadra nos aspectos que são válidos pra mim.
Ahh! Como é difícil convivências e toda essa questão de sociedade! Viver, e ser adulto tem suas dificuldades acima de tudo e de todos.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

*bebê ♥


"Eu vou cuidar de você, todo dia, toda hora e a todo momento."

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Só mais um.

Na boa? Nada a ver eu ficar assim!
Tive um momento de confusão em minha mente, um momento estranho, surpreendente.
Não sei porque surgiu aquele sentimento, e nem sei qual é esse de agora.
A única certeza é que tudo isso é pura idiotisse e nada a mais.
Esse post também.
Mas, pensei no que acreditar, no que confiar, e se algumas coisas realmente foram sinceras, mas... nem disso eu sei mais :s Espero que a resposta seje sim, e que fique por isso mesmo. Já era.


Ps: esses posts de categoria 'desabafos' são sempre terríveis. Credo!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Lembra?

POR ENQUANTO - Cássia Eller.

Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Está tudo assim tão diferente
Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber, que o pra sempre, sempre acaba
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem
Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa.



Como pode? Uma música marcar tanto uma fase de nossa vida?

Somos o que fomos

Droga! Eu não tinha que ter feito isso. Foi me torturar demais!
Abrir todos os embrulhos, e rever exatamente tudo! Foi como parar o tempo, e viajar a anos atrás!
Tá, tudo bem, foi loucura eu sei. Mas e daí?! Foi uma vontade louca que surgiu agora, e que não tive como segurar, nem muito menos...evitar.
Olhei cada lembrança, cada detalhe. Houveram coisas que me impressionaram, que por um instante haviam sido esquecidas na memória. Por outro lado, houve aquelas que, apertaram meu coração e fez a dor transbordar pelos olhos. 
Tô numa bad total agora, por não saber o que senti, e o que tô sentindo. Sem explicação exata é díficil demais.
Mas ok, não me arrependi, está feito! Eu não podia guardar tudo aquilo pra nunca mais. Depois de anos, eu precisava voltar aquele 'lugar'.
O que eu mais desejei, em 2010 pude realizar. Não do meu jeito, mas aconteceu.
Agora o motivo de tudo isso é apenas uma nostalgia e nada mais. Quando parei pra pensar, senti saudades, foi inevitável, 'é pra sempre'.
E pra falar a verdade, essa saudade vem confusa. Não sei dizer se é de você ou do que um dia fomos, e que hoje, não sei se é recíproco.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

*

"Você pode dizer adeus a sua família e a seus amigos e afastar-se quilômetros e quilômetros e, ao mesmo tempo, carregá-los em seu coração, em sua mente, em seu estômago, pois você não apenas vive o mundo, mas o mundo vive em você."

-Frederick Buechner, Telling The Truth

(Trecho do livro "A Cabana")

domingo, 16 de janeiro de 2011

Uma dose de amor.

 

a.mor(ô)

Substantivo masculino.

1.
Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem.
2.
Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro, ou a uma causa.
3.
Inclinação ditada por laços de família.
4.
Inclinação sexual forte por outra pessoa.
5.
Apego profundo a valor, coisa, ou animal: amor à verdade; amor aos livros, amor aos cães.
6.
Devoção extrema: amor à pátria.

(Dicionário Aurélio)


O fato é que: só há amor a partir de quando acreditamos nele.
Não tem como mudar essa regra, mesmo tentando imaginar as excessões. Mas é só imaginação, nada mais além disso.
Gosto de falar de amor. Gosto de sentir o amor. E também gosto de saber o que é o amor.
Algumas pessoas simplesmente não se importam com nada disso. Muitos dizem que ele só faz sofrer, só machuca. E na boa? Não discordo dessas opniões. O amor, nada mais é um substantivo que, como outro, não tem como ser 8 ou 80. Você não ama, ou odeia. Acho que tem muita coisa pra rolar entre os dois sentimentos. Tem toda a conquista, todo o início de sentirmos algo. E se ele as vezes faz sofrer, acredito que além virá algo de bom, e por intermédio teve que ocorrer algum tipo de sofrimento. É aquela coisa, acredito muito no destino, de "teve que ser assim" pra logo, acontecer o melhor.
Tento enxergar tudo com uma dose de amor, mesmo que a maldade esteja plena em meus olhos ali, pedindo para que seja destacada e os cegue diante de qualquer outro sentimento que posso despertar. Mas em tudo há de ter o amor, nem que seja por nós mesmos. Uma ação, uma despedida, um beijo, um toque, uma declaração, um cuidado, um vício, uma palavra, uma intenção, uma lágrima, um sorriso, um olhar. Se não houvesse o amor em cada gesto, seria tudo bem diferente, e o bom se fazeria ruim, em todos os sentidos da palavra.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Não tem jeito.

Há uns dias atrás, tive uma conversa franca com meu pai, de tudo que está acontecendo hoje conosco, de como as coisas mudaram, de como está a vida, diferente de 5 ou 10 anos atrás.
Sentamos, abrimos uma cerveja e a história começou aí. Quem diria? Aquela mocinha, frágil, quieta e delicada ali, no século XXI bebendo uma com seu pai, que te mimou, cuidou e despercebido não a viu crescer.
O tempo passa, pai. Não tem jeito. E ele me disse que não me vê como sou hoje, e ainda enxerga em meus olhos a pequena anjinha dele. Claro que eu não vou discordar, nem quero magoá-lo. Mas o tempo passou rápido demais pra nós. E agora temos que admitir que é assim.
Sempre fui muito ligada com meu pai, mais que com a minha mãe. Não sei se é por causa do emprego dele de ele estar sempre mais ausente, ou pelo fato daquela história de que meninas sempre são mais apegadas com o pai. Mas, sempre senti ciúmes dele, desde pequena, até mesmo ciúmes dele com minha mãe. O que será que eu tinha em mente, né? Mas era uma coisa minha. Ao vê-lo chegar de viagem era aquela alegria, aquelas euforia toda de novamente poder abraçar o MEU pai.
Fui pra escola, me formei, passei no vestibular e hoje estou na universidade. Entendo que tudo isso é difícil demais pra acompanhar. Eu sei. Quando eu lhe der netos, minha vontade será de tê-los ali, em baixo das minhas asas e dentro do ninho, na agonia de não deixá-los escapar de mim, de não deixar meus filhos verem o que é 'o mundo'. Tá, mas isso é loucura, claro que é! Por mais que eu imagine que essa será a minha vontade, não vou fazer isso, não quero privá-los da vida de forma alguma. Tentarei ser o que meus pais foram pra mim e se possível até melhor! Mas creio que serei uma mãe liberal, mas impondo sempre os limites primordiais.
A questão é que, a conversa que tive com meu pai, me fez perceber que por mais que eu tenha crescido, ele não vai entender nunca. Não sei se 'entender' é a palavra. Acho que "acostumar" é mais correto. Ele nunca vai acostumar que não tenho mais 1 metro de altura e nem caibo mais no colo dele. Hoje sou mulher, mesmo não deixando de ter o carinho de ser a eterna menininha do papai.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pequeno desabafo

Na boa? Tô super feliz!
Sabe quando você fica com algo na cabeça e não sussega até resolver a tal situação?!
Tô com a sensação de alívio, de tarefa cumprida e, nunca me fez tão bem como fez agora.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Viciada em pessoas.

Parou um pouco pra pensar. Não só pra pensar, e sim pra perceber aquilo que já estava estampado há muito tempo.
Ela é elétrica, espontânea. Já dizia suas melhores amigas. Um tipo que aparenta ser e não esconde pra ninguém. Mas algo também não está estampado em sua cara, e são pouquíssimas as chances de alguém notar rapidamente que: ela precisa de pessoas.
Precisar de pessoas? Como?
Uma vez ela leu um livro que dizia: "(...)Como as pessoas podem se julgar independentes, se ao nascer precisaram das mãos de alguém, para se alimentarem precisaram do alimento fornecido por alguém(...)".
Mas o precisar dela, não chega a ser tão mesquinho, tão ao ponto de um dia achar que não precisava de nada, acabou se arrependendo e veio neste momento pedir desculpas a qualquer um. O precisar dela é querer bem, estar rodeada de pessoas, viver com sorriso estampado no rosto e saber que ao seu redor há exatamente pessoas em que ela sabe que pode e vai confiar. Sem ninguém ao seu lado ela também não é ninguém. Sem relacionamentos? Piorou a situação. Ela é do tipo que gosta de muito abraço, de calor humano, de gente feliz, de trocar energias, de fazer coisas simples e de repassar um carinho à alguém. O receber fica pra depois, mas é extremamente citado em sua lista.
E há aquelas amizades em sua vida que ela tem uma alta dose de preocupação. A todo momento quer saber como está, quer ouvir a voz, quer ver, quer se divertir, quer ligar, sair, aproveitar, mimar. Um carinho amigo.
Não confundam com carência constante o que ela sente. É totalmente diferente. É um bem querer estar bem. E mais nada. É uma necessidade vital, a qual ela é madura o suficiente pra admitir que precisa de alguém. 

Hey, soul sister.



Preciso de você nos meus dias, em tudo que faço. Preciso de você pra me apoiar, pra me incentivar, pra cuidar de mim. Preciso de seus carinhos, seus dengos e do seu amor, todo pra mim. Quero te mimar, estar sempre ao seu lado, te beijar, te abraçar, cuidar de você e te entregar todo esse amor, até que o eterno se faça sempre. Amo você.

"Duvide que as estrelas sejam fogo. Duvide que o sol se mova. Duvide que a verdade seja mentira. Mas nunca duvides do meu amor."


*Letters to Juliet.