Depois de compromissos, sentei no banco da praça central. Gente, movimento, urbanização.
Comecei a observar tudo a minha volta, e percebi como é bom ver as diferenças, os estilos, os afazeres e a correria de cada um, pois assim vejo aquela diversidade que é essencial. Se fossemos todos iguais, no mínimo seria tudo monótono e sem graça alguma.
Minutos depois, prestei mais atenção nas pessoas, mas agora não em si, em seus rostos ou curvas; e sim o que contia em volta de cada uma. E aí meus olhos se surpreenderam.
Notei que, as pessoas aqui são muito individuais, ímpares... e até sozinhas. Estou acostumada a ver nas ruas sempre pessoas conhecidas, andando em grupinhos ou pelo menos em dupla.
Mas não é o que acontece aqui nessa cidade. Percebi todas elas sozinhas, sem sequer uma companhia ao lado.
Será que isso é realmente estranho? Será que sou eu que prefiro não enxergar a solidão? Ou são elas, que precisam de alguém assim como todo mundo?
Mesmo eu as vezes tendo o meu tempo, o meu momento só pra pensar; na maior parte dele gosto de calor humano, de pessoas por perto, de gente amiga. E foi aí que percebi, que esse mundo individualista realmente não foi feito pra mim.
Comecei a observar tudo a minha volta, e percebi como é bom ver as diferenças, os estilos, os afazeres e a correria de cada um, pois assim vejo aquela diversidade que é essencial. Se fossemos todos iguais, no mínimo seria tudo monótono e sem graça alguma.
Minutos depois, prestei mais atenção nas pessoas, mas agora não em si, em seus rostos ou curvas; e sim o que contia em volta de cada uma. E aí meus olhos se surpreenderam.
Notei que, as pessoas aqui são muito individuais, ímpares... e até sozinhas. Estou acostumada a ver nas ruas sempre pessoas conhecidas, andando em grupinhos ou pelo menos em dupla.
Mas não é o que acontece aqui nessa cidade. Percebi todas elas sozinhas, sem sequer uma companhia ao lado.
Será que isso é realmente estranho? Será que sou eu que prefiro não enxergar a solidão? Ou são elas, que precisam de alguém assim como todo mundo?
Mesmo eu as vezes tendo o meu tempo, o meu momento só pra pensar; na maior parte dele gosto de calor humano, de pessoas por perto, de gente amiga. E foi aí que percebi, que esse mundo individualista realmente não foi feito pra mim.
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